ENTREVISTA: Amelia Warner para o Independent UK (Março, 2017)

 

Para promover seu mais novo EP “Visitors”, Amelia concedeu uma entrevista para o site Independent UK onde ela fala sobre seu projeto, sua carreira e sua familia. Confira a matéria traduzida:

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Slow Moving Millie para o fashion blog ‘The London Chatter’ (2011)

 

A fashionista e blogueira britânica Kelly Eastwood fez uma matéria super legal sobre a Amelia em seu blog, o The London Chatter, onde ela fala sobre as coisas que mais gosta de fazer em Londres e até como seria sua noite perfeita com o Jamie! Confira:

O comercial Natalino de John Lewis deste ano está realmente comovente – garantido amolecer até os corações mais resistentes. O comercial mostra um menino impaciente esperando para o dia de Natal chegar – mas não, não como você deve ter presumido que aquela ansiedade toda é porque ele quer abrir os seus próprios presentes, mas sim porque ele está desesperado para presentear os pais.

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Entrevista: Amelia fala sobre o filme ‘Gone’ para o The Telegraph UK (2007)

Após uma meteórica ascensão à fama e uma ligação perigosa com um encrenqueiro de Hollywood, Amelia Warner está determinada  a deixar o resto de sua carreira longe de se tornar um clichê.

Em alguns aspectos, Amelia é como um monte de atores na iminência de se tornar grande. Ela tem 24 anos, é brilhante, fantasticamente bonita, veste ótimas roupas, teve alguns trabalhos fabulosos (Quills, Lorna Doone), esteve em filmes que você nunca ouviu falar (Aeon Flux, Alpha Male) e namorou homens mais famoso do que ela.

Ela até se casou com um – Colin Farrell; nada mais, nada menos – mas apenas por um tempo. E agora ela tem o papel feminino principal – um papel de estrela, na verdade – na produção da Working Title: um thriller psicológico rodado no interior da Austrália chamado A Face Oculta do Mal (Gone), o primeiro filme do diretor Ringan Ledwidge .

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Entrevista: Amelia Warner para o The Guardian USA (2005)

Entrevista: Polly Vernon

Amelia Warner tem uma teoria sobre a relação entre arte e vida. “Eu tenho essa ideia de que quem você interpreta na Natividade (referente ao Nascimento de Jesus) indica quem você é na vida. Quando eu tinha quatro anos, eu interpretei Maria. Mas não fui um bom tipo de Maria, eu era bem mandona. Parei a peça no meio só para dizer ao José que ele estava fazendo tudo errado. Então, aquela era eu … Tenho essa melhor amiga que era tão ressentida sobre nunca ter sido a Maria. E todos sempre diziam: ‘Oh, eu era o anjo Gabriel ‘O Mensageiro’,  nunca a Maria ou José…’. Você já reparou nisso? Então, sim, quem você é na Natividade refere-se, você sabe, ao seu … “

Momento na vida?

“Hmm…talvez. É uma teoria estranha, eu sei. “

No qual é ainda, no caso da Warner, uma hesitação. Warner é inconfundivelmente autoritária, a menina eternamente escalada como Maria na peça de Natividade da vida. Ela está na lista sobre os ‘Belos Jovens Britânicos’ sem preocupações. Ela é linda (possui uma postura delicada, olhos de cílios fartos, um sorriso encantador e auditório,  com toda aquela pele luminosa e brilhante como a lua, e assim por diante); ela está pronta. Ela é  uma boêmia e elegante cidadã de Portobello Road (uma economista dedicada, que não “possui uma única coisa nova, é tudo de segunda-mão, todas as minhas lojas favoritas são um pouco assustadoras e cheiram engraçado, e eu sei a localização exata de cada mercado decente de velharias no mundo”) um trabalho sujo para uma princesa desencanada. Ela é uma atriz de considerável habilidade, e, no entanto, apesar da nova tradição de talentosos jovens famosos que não são mais espertos do que a maioria e só pensam no luxo, Warner não quer ser uma estrela de cinema. “Honestamente, isso não significa nada para mim” diz ela. (Seu sotaque é metade meio hip-oeste de Londres, de acordo com sua própria – e muito legal- descrição) “Eu quero ficar abaixo do radar e fazer bons filmes. Tenho que ter cuidado, não quero que a minha vida mude. Eu realmente não quero ser uma estrela de cinema.”

Ela vai testar os limites do controle da fama em 2006. Ao longo do próximo ano, ela vai estrelar quatro filmes: Stoned, drama de Stephen Woolley que conta a história do ex membro dos Rolling Stones, Brian Jones; Alpha Male de Dan Wilde;  O thriller de ficção cientifica  Aeon Flux, no qual ela estrela ao lado de Charlize Theron, e o drama literário de Adam Rapp, Winter Passing. Com a exceção de Aeon Flux, eles são essencialmente pequenas produções de baixo orçamento, no entanto, eles oferecer uma séria exposição para a Warner.

Warner na verdade não assistiu nenhum desses filmes ainda. (“Eles são muito protetores sobre esse tipo de coisa, os norte-americanos. É só no caso de eu vender algo para o The National Enquirer, eu suponho.”) Mas no todo, ela diz que está mais orgulhosa de Winter Passing. “Por causa de Ed Harris, oh meu Deus! Foi tão assustador! Ele me matou de susto. Ele é tão adorável, mas apenas o pensamento dele… E você sabe, ele é tão… Intenso. Mesmo quando ele está realmente controlado, ele é intenso. Mas é uma coisa estranha que de alguma forma, quando você está no set e as câmeras não estão ligadas, você fica intimidado por pessoas, com medo ou ansioso, mas em seguida, uma vez que as câmeras estão gravando, você tem sua cena e o seu papel, e seu momento com eles, e tudo vai embora. Uma vez que você está fazendo isso, vocês já se conhecem há anos, e … bum! Sim. Isso é atuação. Esse é o real fingimento. “

Amelia nasceu há 22 anos em Liverpool, filha da atriz de TV e teatro Annette Ekblom e um pai músico que ela não quer o nome; ele separou-se de Ekblom quando Warner era muito jovem. Quando ela tinha seis anos, Amelia e sua mãe se mudaram para um conjunto habitacional em Ladbroke Grove. Ela se deu bem no oeste de Londres com a vizinhança em virtude de sua beleza e seu novo endereço – ‘Bem, mais ou menos. Eu sou definitivamente uma garota que prefere o oeste de Londres – enquanto Ekblom ganhou um papel na produção da West End ProductionBlood Brothers.

Warner  foi criada em uma sucessão de reuniões e salas verdes de gravações? Cercada de técnicos de produções e cabos de câmeras? “Um pouco. Quando Blood Brothers estava acontecendo eu visitava os bastidores constantemente. Mas ela não me levava para audições, ela não queria me arrastar junto, eu não vi muito daquele mundo”.

Ela meio que ‘gostou do que viu’, mas insiste que não foi isso que a fez querer atuar. Na verdade, nada a fez querer se tornar uma atriz . “Não! De modo nenhum. Embora talvez tenha sido, em algum momento. Eu não sei. Talvez sim e eu realmente nunca tenha dito antes. “

Por causa da mãe dela?

“Não. Não é por causa disso. Talvez eu estava envergonhada. Tremo quando as pessoas ficam tipo… (Warner adota profundos tons de auto-consciência , como as máscaras de Thespian) ‘Eu vou ser uma atriz’! O que basicamente é o que se pode dizer de mim. Mas me deixou desconfortável pensar ou dizer que eu queria fazer isso … Então, eu não disse. Eu caí nisso, para ser sincera. E então, quando percebi que já tinha começado, pensei em tentar pelo menos, dar-lhe uma chance e ver como era. “

Depois de conseguir o papel de protagonista na peça de Natividade  na escola primária, Warner passou a aparecer em uma sucessão de espetáculos teatrais para jovens. Ela evitou escola de teatro, porque: “Não consigo pensar em nada pior! Estar rodeado durante três anos por pessoas que querem as mesmas coisas que você. Como isso pode ser saudável? Quero dizer. Estar rodeado de atores, basicamente. “

Aos 16 anos, ela foi flagrada por um agente em uma peça no Royal Court Theatre Youth (um evento que ela refere-se com desinteresse, atitude de uma menina que não percebe que esses tipos de coisas não acontecem com a maioria das pessoas). No ano seguinte, seu último na escola, ela foi escolhida como a jovem noiva de Michael Caine no sensual drama sombrio Quills, que  mostrou os últimos dias do Marquês de Sade. “O que foi realmente emocionante, mas também… Eu era um pouco jovem.”

Como foi que ela lidou com o conteúdo explícito?

“Na verdade, o roteiro que eu li foi muito mais explícito. A coisa é que, eu amei muito o roteiro, e minha mãe leu, bem quando eu o consegui, e ela adorou. Acho que você meio que pensa ‘bem, eu vou lidar com isso mais tarde’. No roteiro original havia nudez, que foi tudo tirado porque eu era menor de idade na América. Ufa. Isso foi um grande alívio. Eu não sei como eu teria me sentido sobre isso na realidade. Eu não tive que fazer [cenas de nudez] ainda. Eu recusei coisas por causa disso, porque parecia fútil, o que 99% do tempo, eu acho que é. É tão esperado! ‘Você é uma atriz, por isso você deve tirar a blusa!’… Mas, mais cedo ou mais tarde, acho que isso vai acontecer e é assustador.”

Foi na estréia de Quills que Warner conheceu Colin Farrell, o bad boy de Hollywood por quem ela se apaixonou. Depois de um relacionamento de oito meses, os dois foram para o Taiti, onde andaram de  jet-ski, alimentaram tubarões e depois se casaram. A cerimônia não foi juridicamente vinculativa – “Era só uma coisa para nós “, explicou Warner – o que foi um golpe de sorte, porque depois de quatro meses, os dois se separaram.

“Eu o amei muito”, diz Warner no passado. “Eu tive os momentos mais incríveis da minha vida com ele. Ele foi um parceiro fantástico. Eu teria me casado com ele de verdade. Mas éramos muito jovens. Eu tinha coisas para fazer, e ele tinha coisas para fazer “. Agora, no entanto, ela é um pouco mais taciturna sobre o assunto. “Eu não vou falar sobre isso em tudo ” diz ela, em resposta a mais uma pergunta sobre Farrell. Seu rosto se fecha para baixo, e a sua explosão repentina de desconforto parece de alguém bem mais velho, e mais aterrorizante.

Nós seguimos rapidamente em frente. Agora, Warner diz, sua vida é tudo sobre o seu trabalho, e seus amigos (para quem ela compra vibradores como presentes de Natal. “Eu acho que toda mulher deve ter um. Eu não posso acreditar que elas ainda não tinham. Elas sempre dizem:”Oh não, eu não poderia comprar para mim, mas então, se alguém me comprasse um…”) e tem a mãe dela, que se mudou para Gloucestershire com cavalos e cães. “Eu sinto falta dela. Mas ela adora.”

Ela precisa ficar um pouco mais em  Los Angeles por causa do trabalho. “Eu nem sequer  quero falar sobre como eu odeio LA”, diz ela. ‘É tão Inglês odiar LA. Eu gostaria de dizer que eu amo, mas não. É um lugar tão estranho. Se fosse minha escolha, eu não iria passar um dia lá. Tudo fecha às 11. E todo mundo acha que eles são tão loucos e selvagens e liberais e eles não são! Tem muitas oportunidades de trabalho, mas tanta merda acontece lá também. Mas se estou indo para trabalhar lá, eu não quero ir e ouvir as pessoas dizendo: “Você é uma porcaria! Se não gosta, vá se fod*r  e volte para a Inglaterra, então.”

E ela ama trabalhar. Regulares confusões em LA valem a pena. Existem poucas coisas que ela não faria por um personagem, além do que ela considera nudez ‘sem sentido’. E sobre dormir com o diretor de elenco: “No minuto em que eles dormem com você, por que lhe dariam o trabalho depos?”

Quanto à competição constante, a rejeição e a incerteza sobre atuar, Warner lida com isso anulando cada instinto competitivo que ela tem. “Eu sou ambiciosa, mas não competitiva. Você ficaria louco se fosse assim. Você sabe, existem trabalhos o suficiente para todos nós lá fora.” O que não é verdade, mas é certamente bem ajustável.

Amelia Warner é igualmente bem ciente sobre seu status como a ‘Beleza Britânica de 2005’. “Ser a menina bonita… você não iria querer isso”, diz ela alegremente. “É ultrapassado. Ser sexy é realmente muito chato para mim. Eu prefiro ser…” Ela faz uma pausa, e levanta uma elegante sobrancelha maliciosamente “Eu prefiro ser interessante. Faça-me parecer interessante”.

 

Publicado em janeiro de 2005.

Amelia Warner: “Cansei de atuar porque meu coração nunca esteve nisso”

Entrevista concedida para o The Independent UK em dezembro de 2011.

Como atriz, Amelia Warner tinha tudo. Então por que ela abandonou essa profissão para cantar covers de músicas famosas dos anos oitenta? Ela conta para Charlotte Cripps nesta entrevista.

A cantora Slow Moving Millie, também conhecida como Amelia Warner,  é talvez mais conhecida pelo seu papel como Lorna Doone no drama da BBC de 2000 de mesmo nome. Ela também chegou aos jornais quando, um ano mais tarde (aos 19 anos de idade) “casou” com o ator Colin Farrell em uma cerimônia não-oficial em uma praia do Taiti.

“Era isso ou a alimentação de tubarões na recepção do hotel”, diz Warner humildemente quando nos encontrarmos. “Foi apenas um homem segurando uma concha. Colin e eu usamos roupas normais ” Embora o casal tivesse noivado de verdade, eles se separaram quatro meses depois. “Como todo primeiro amor, terminou em lágrimas e desgosto”, acrescenta Warner.

Mas apesar de seu histórico de atuação, a maioria das pessoas já ouviram Warner cantando sem nem mesmo saber. Seu cover de “Please, Please, Please, Let Me Get What I Want” foi pego por John Lewis para o seu anúncio de Natal após a Universal Music apresentar a canção. E agora Warner – que também interpretou a jovem noiva de Michael Caine em Quills (com apenas 18 anos), colocou a atuação firmemente atrás dela.

Ao invés disso ela acaba de lançar um álbum de covers – Renditions – sob o nome de Slow Moving Millie. Ele apresenta versões despojadas de clássicos dos anos oitenta, com Amelia tocando piano. As canções incluem “Love In The First Degree” de Bananarama, “Wonderful Life” do cantor Black e “The Power of Love”, que ficou famosa através da banda Frankie Goes To Hollywood. Apesar de sua voz delicada e assombrosamente bela, você não pode evitar e acaba ansiando a versão original das canções. Por sorte,  ela está em estúdio gravando seu álbum de estreia com suas próprias músicas, que ela descreve como “dramático”, “orquestrado com grandes arranjos”, e “ocupado” com uma “trilha sonora cinematográfica” . Duas de suas músicas originais estão no álbum Renditions (“Beasts” e “Hart with a Crown & Chain”) para dar um gostinho do mágico, mundo de conto de fadas de sua música. Warner, que assinou contrato com a Island Records, há alguns meses, está interpretando atualmente cerca de uma banda inteira.

“Sou apenas eu e um piano no momento”, diz ela. Suas influências musicais incluem os filmes de Tim Burton, bem como as músicas de Rufus Wainwright e Randy Newman – por causa ” das histórias em suas canções”. Muito tímida pessoalmente, Warner que tem uma qualidade vulnerável ligada a sua personalidade – ela está usando uma blusa vintage laranja e minissaia de seda floral – tem gasto uma enorme quantidade de energia superando sua fobia de estar no centro das atenções – um problema estranho para um artista.

“A constante pressão de ter que provar a mim mesma como atriz não combinou comigo. Cansei de atuar porque o meu coração nunca esteve nisso. Eu estaria em Los Angeles fazendo testes na frente de 30 pessoas. A sensação que eu tinha era que não queria isso “, diz ela. “Eu disputava contra muitas atrizes que lutariam com unhas e dentes pelo papel, mas eu não tinha aquela paixão. Não queria sofrer com os momentos de nervosismo. Me sentia exposta e julgada o tempo todo. Então pensei que era melhor cair fora. Música é a minha alma gêmea, mas é também o que me impediu de fazer isso por tanto tempo. Senti que se fosse julgada (fazendo músicas) seria muito devastador. Mas pelo menos eu tenho a paixão para passar por isso. “

Nascida em Liverpool em 1982, seus pais se separaram quando ela era muito jovem. Filha única da atriz Annette Ekblom, que estava no elenco original de West End of Blood Brothers, Warner e sua mãe mudaram-se em seguida para Ladbroke Grove, No oeste de Londres, quando ela tinha quatro anos. Ela foi à escola para garotas Masonic Royal School e também ganhou um lugar no grupo de jovens atores no teatro Royal Court’s. Aos 16 anos, ela passou a estudar na Faculdade de Belas Artes (College of Fine Arts) ao norte de Londres, quando então conseguiu o papel de Lorna Doone, ao lado de Richard Coyle no romance passado nos confins de Exmoor durante o final do século 17. Nesse mesmo ano, com 17 anos, ela foi escalada como uma jovem noiva  que acaba corrompida pelo Marquês de Sade em Quills.

“Eu estava levando à sério, mas não esperava nada disso”, diz ela. “Foi impressionante e quando estava nas filmagens, os momentos em que a minha cena estava sendo filmada eram os que eu mais odiava; Ser atriz me parecia errado. Não sei por que eu pensava isso. Me achava sortuda por conseguir os papéis mas nunca estive feliz.”

Warner fez 12 filmes depois de seu primeiro pequeno papel em Mansfield Park em 1999, como a adolescente Fanny Price. Ela interpretou a irmã de Charlize Theron no thriller de ficção científica Aeon Flux em 2005, com 23 anos. Outros notáveis papéis no cinema ​​incluíram o drama americano Winter Passing de 2005, filme sobre uma bartender deprimida/atriz interpretada por Zooey Deschanel, que descobre que seu pai (Ed Harris) é um famoso escritor que acolheu a personagem de Warner , uma estudante, na sua casa. Então em 2008, com 26, Warner desistiu de tudo para se dedicar à música. Para os amigos e familiares, Warner sempre foi conhecida como Millie, destinada a ser um cantora.

“Passei muito tempo tentando descobrir o que eu queria fazer e o nome Slow Moving Millie é uma brincadeira sobre isso porque eu sou  muito lenta para trabalhar. Ter sido uma atriz foi uma parte diferente de mim. É uma separação de identidade “. Nos últimos anos ela tem escrito canções e tentado encontrar sua verdadeira vocação na vida.

“Quando eu assinei com a Island Records, há alguns meses, foi um alívio. Foi assustador me afastar de um trabalho que estava me fazendo ganhar dinheiro. Fiquei com medo de me arrepender… – Mas isto (a carreira como cantora) me mostrou que não foi tão louco assim jogar tudo fora.

Por que ela escolheu cantar música dos anos oitenta? “Eu acho que essas músicas podem ter uma má reputação por causa da maneira ‘boba’ que foram produzidas”, diz ela. “As letras são muito obscuras, mas são entrelaçadas em batidas altas e vibrantes de melodia e som. Mas por baixo disso todas elas são músicas realmente comoventes, e são sobre ter seu coração partido.”